Zé Barbeiro
NOVOS PROJETOS PARA 2012? QUER APRENDER A TOCAR CHORO? VOCÊ TEM UM GRUPO DE AMIGOS QUE SABE TOCAR E QUEREM APRENDER ESSE GÊNERO MUSICAL TÃO RICO E AUTÊNTICO? VENHA FAZER AULA DE PRÁTICA DE CHORO COM ZÉ BARBEIRO.

Zé Barbeiro, um dos mais respeitados violonistas de choro no Brasil, participou direta ou indiretamente da formação de virtuoses instrumentistas, como Danilo Brito, as meninas do Choro das Três, Gian Correa, Roberta Valente, Rodrigo Y Castro, Alexandre Ribeiro dentre outros. De modo descontraído estimula o desafio entre os músicos, tanto na interpretação e releitura de choros do repertório clássico, como na execução de obras do repertório contemporâneo.

Para 2012, Zé Barbeiro, oferecerá curso de prática de regional de choro. A ideia é trabalhar o grupo de instrumentistas para a prática do choro, serão aulas práticas focadas na interpretação, técnica, performance, habilidades especificas na execução do repertório de choro clássico e contemporâneo.

A turma deverá ser formada por no mínimo três participantes e no máximo seis, composto por instrumentos de ritmo, de harmonia e melodia. È fundamental que todos os integrantes tenham no mínino uma leitura básica de partituras. O curso terá a duração de seis meses uma aula de 2h por semana.

Os interessados deverão entrar em contato com karinapoli@uol.com.br ou 11-73547348.
QRCode: Curso de Prática de Choro com Zé Barbeiro
quando: 25/02/2012, sábado, 13h30
onde:Sesc Vila Mariana, praça de eventos
quanto: grátis

A dupla apresenta músicas dos mais diversos gêneros, indo do choro ao baião, passando pelo bolero e pelo tango. Com Zé Barbeiro (violão 7 cordas) e Cleber da Silveira (acordeão). Praça de Eventos.
QRCode: Zé Barbeiro e Cleber da Silveira no Sesc Vila Mariana
quando: 26/02/2012, 16h30
onde: Sesc Itaquera, Tenda de eventos
quanto: Grátis

A idéia do show é apresentar as composições do Cd “No salão do Barbeiro” – do compositor chorão e violonista de 7 cordas, Zé Barbeiro. O repertório mostra a versatilidade das composições no diálogo com os diferentes ritmos, quecom uma linguagem própria revela um choro que transita entre as raízes nordestinas, o samba e a gafieira.“No Salão do Barbeiro”, é um espetáculo que propõe trabalhar o choro através de uma linguagem própria para bailes. A intenção é buscar um meio de reaproximar a dança do choro. O tema da gafieira pretende atrair o publico que gosta de dançar, e promover um trabalho de choro contemporâneo que apresenta as novas tendências do gênero e a nova geração de chorões do Estado de São Paulo.
Em sua apresentação no Projeto Itaú Rumos 2011, dia 27 de fevereiro, Zé Barbeiro gravou ao vivo o trabalho “ No Salão do Barbeiro”, e lançou em dezembro de 2011 com o apoio do Proac.
QRCode: Zé Barbeiro mostra seu novo CD “No Salão do Barbeiro” No Sesc Itaquera
No dia 03 de dezembro de 2011 às 21 horas na choperia do Sesc Pompéia, Rua Clélia 93, será lançado o trabalho inédito autoral do Zé Barbeiro, com o título “ No salão do Barbeiro”. O Cd foi gravado ao vivo no dia 22 de fevereiro no Instituto Cultural Itaú, através do Projeto Rumos, que nos cedeu o conteúdo que deu origem ao Cd que foi patrocinado pelo Programa de Apoio a Cultura – Proac da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.

A proposta do espetáculo vem de encontro com a idéia do Cd de reunir um conjunto de músicas que retrate a versatilidade das composições de Zé Barbeiro no diálogo com os diferentes ritmos, que com uma linguagem própria revela um choro que transita entre as raízes nordestinas, e o samba. Serão ao todo 15 composições de diferentes ritmos: choro, baião, samba de gafieira, rumba, frevo entre outros que fazem parte do repertório de “No Salão do Barbeiro” e algumas outras composições inéditas da extensa obra ainda por gravar. O espetáculo contará com a presença dos dançarinos de dança de salão; Ale Cantinho e Márcia Val, Lucas Oliveira e Aline Cleto se apresentarão no palco e na pista para convidar o público a dançar e para reforçar o conceito deste trabalho. Entre os músicos que farão parte da banda estão; Rodrigo Y Castro, Alexandre Ribeiro , Leo Rodrigues Fabrício Rosil representando a nova geração de chorões do Estado de São Paulo, o acordeonista Cleber Silveira o contrabaixista Edu Malta e o baterista Giba Favery . “No Salão do Barbeiro”, é um espetáculo que propõe trabalhar o choro através de uma linguagem própria para bailes. A intenção é buscar um meio de reaproximar a dança do choro. O tema da gafieira pretende atrair o publico que gosta de dançar, e promover um trabalho de choro contemporâneo que apresenta as novas tendências do gênero e a nova geração de chorões do Estado de São Paulo.
QRCode: LANÇAMENTO DO SEGUNDO CD AUTORAL DE ZÉ BARBEIRO, “ NO SALÃO DO BARBEIRO” QUE VAI  COLOCAR TODO MUNDO PARA DANÇAR....
Gravado ao vivo no Projeto Rumos (27/02/2011)
No Salão do Barbeiro
No Salão do Barbeiro
2011
Rodrigo Y Castro - Flauta
Alexandre Ribeiro - Clarinete
Leo Rodrigues - Percussão
Fabrício Rosil - Cavaquinho
Cleber Silveira - Acordeom
Edu Malta - Baixo
Giba Favery - Bateria
QRCode: CONHEÇA O CD “NO SALÃO DO BARBEIRO” ANTES DO LANÇAMENTO E PREPARE-SE PARA O BAILE
Dia 30/11/2011 Zé Barbeira se apresentará junto com o Grupo Choro Rasgado no Festival de Choro e Jazz de jericoacoara para mostrar as composições do Cd Baba de Calango – 2004.

Nos dias 29 de novembro a 04 de dezembro de 2011 acontece em Jericoacoara, no Ceará, a 3ª edição do Festival Choro Jazz Jericoacoara, um evento que reúne encontros musicais doChoro e do Jazz. A cidade é um dos principais cartões postais do Brasil e uma das regiões mais exuberantes do mundo.Serão 6 dias de evento voltados para a música, com renomados músicos e compositores entre os instrumentistas mais representativos da cena nacional e internacional. Além das apresentações musicais, durante o Festival acontecerão workshops.Entre as atrações musicais do Festival Choro Jazz estão: Hamilton de Holanda; Ivan Lins e Celso Viáfora; Nenê Trio; Eudes Fraga e Nilson Chaves; Luis Felipe Gama, Ana Luiza, Natan Marques; O Som dos Meninos Quietos; Bob Mintzer e Russel

Clique aqui para conhecer a programação
QRCode: ZÉ BARBEIRO TOCA COM CHORO RASGADO NO 3° FESTIVAL CHORO E JAZZ DE JERICOACOARA
Para quem gosta de um bom choro, música instrumental e de ver pessoas tocando de modo majestoso, pode comparecer as terças no ò do Borogodó e as Sextas no Bar do Cidão que vocês encontrarão Zé Barbeiro e seus colegas mostrando o melhor da música brasileira na madrugada de São Paulo.

Há mais de dez anos Zé Barbeiro se apresenta em bares da Vila Madalena. As terças feiras Zé se apresenta com o grupo Choro Rasgado e alguma cantora, entre elas D. Iná, Carmen Queiroz, Anaí Rosas, Giana Viscardi, e as sextas ele toca um bom choro com o seu parceiro Stanley Carvalho, clarinetista do Grupo Nosso Choro e juntos mostram uma sintonia de mais de 20 anos de convivência e fazem no Bar do Cidão uma das rodas de choro mais tradicionais da cidade de São Paulo.

Todas as terças no Bar ò do Borogodó - Endereço: Rua Horácio Lane, 21 (Pinheiros) (11) 3814-4087 São Paulo _SP

Todas as Sextas – Bar do Cidão - Endereço: R. Deputado Lacerda Franco, 293 (Pinheiros) 3813-3111 São Paulo
QRCode: ZÉ BARBEIRO APRESENTA TODA SUA BOEMIA HÁ 10 ANOS NA VILA MADALENA
A ideia principal deste site é reunir em arquivo digital a discografia completa de Zé Barbeiro. Na lateral direita deste site é possível encontrar todos os áudios que compõe a sua obra, tanto como intérprete como compositor. Neste site é possível encontrar os primeiros Cds dele “ Nosso Choro” e “Primeira Classe” com o Grupo Nosso Choro, grupo o qual Zé Barbeiro atuou como intérprete de choro acompanhando importantes chorões durante as décadas de 1980 e 1990. Também é possível encontrar em áudio o Cd “Baba de Calango” distribuído pela gravadora Maritaca em 2004 e hoje encontra-se esgotado. Uma produção inédita de composições autorais de Zé Barbeiro e Alessandro Penezzi, trabalho que foi indicado para o Prêmio Tim 2005 categoria instrumental. As sete composições de Zé Barbeiro gravadas nesse álbum estão disponíveis também em partituras, assim como todo o repertório do seu primeiro Cd solo autoral "Segura e Bucha” e o mais novo trabalho “No Salão do Barbeiro” estão em áudio e partitura disponíveis para serem ouvidas e tocadas com o objetivo de popularizar a sua obra e divulgar o choro contemporâneo paulista
QRCode: CONHEÇA A DISCOGRAFIA COMPLETA DOS TRABALHOS DE ZÉ BARBEIRO
Elizabeth Diario Da Música

Hoje, 27 de fevereiro de 2011 (Domingo) em sua apresentação no Projeto Itaú Rumos 2011, Zé Barbeiro grava seu novo trabalho "No Salão do Barbeiro". O Projeto que sairá em áudio ao Vivo consiste na gravação de um SMD e a disponibilização de faixas para donwload pela internet, através de um site exclusivo do projeto que terá lançamento nacional em agosto de 2011 com apoio do PROAC da Secretaria de Estado da Cultura.

Zé Barbeiro: representante de uma linhagem de verdadeiros monstros do violão como Dino 7 Cordas, Raphael Rabello e Luizinho 7 Cordas, acumula 160 composições e diz que pretende "gravar todas"...



O poder da música já fez com que várias pessoas abandonassem (futuras) carreiras em outras áreas. Chico Buarque largou a arquitetura; João Bosco, a engenharia; Edu Lobo, o direito; Guinga, a odontologia; Noel Rosa, a medicina.

Embora nunca tenha pensado em enveredar por caminhos acadêmicos - mesmo sob forte pressão do pai -, em 1995 o alagoano José Augusto Roberto da Silva deixou de vez seu ofício primeiro, a barbearia, para se dedicar exclusivamente ao ritmo, às melodias, harmonias, contrapontos e "baixarias" de seu violão de sete cordas, mas manteve as origens no apelido.

A decisão por seguir a carreira estimulada desde os 3 anos de idade, quando já frequentava a barbearia, não o afastou da música. Nascido em 1952 em São José do Campos, Alagoas, radicou-se com a família, ainda menino em Carapicuíba, onde logo aprendeu com o pai a profissão de barbeiro. Foi ali mesmo que influenciado pela força da jovem guarda, descobriu o violão, e entre um corte de cabelo e outro, aprendia sozinho ou com os músicos que ali passavam, a tocar este instrumento.

Na década de 1960, a habilidade com a guitarra o levou a interpretar compositores da Jovem Guarda, mas uma década depois, lá estava ele no universo do choro, levado por Milton da Silva, na época frequentador do salão. Sem condições de frequentar um conservatório, sempre foi autodidata em música.



Segura a Bucha

Em seu primeiro CD autoral, "Segura a Bucha!", o violonista e compositor José Augusto Roberto da Silva, conhecido nas rodas de choro paulistanas e no meio instrumental brasileiro pela alcunha de Zé Barbeiro, propõe um novo parâmetro de composição e harmonização para o choro, gênero secular brasileiro de importância similar ao que o jazz representa para a música popular norte-americana.

Vencedor do Projeto Pixinguinha na categoria produção em 2008, o qual viabilizou o lançamento deste CD, Zé Barbeiro registrou uma seleção de 14 choros - dentre seus mais de cem compostos até hoje - enfatizando, por meio de sua inventividade e irreverência musicais, uma mescla entre a mordenidade e os formatos tradicionais de andamentos do choro.

Estas características são comprovadas ao se ouvir a ritmada polca "Chuva em Floripa" ou o pontuado maxixe "Bafo de Bode" (parceria com o violonista Alessandro Penezzi), que apresentam coesão sonora quando juntados à imprevisibilidade, virtuosismo e desconstrução rítmica no choro com pegada de samba "De trás pra Frente".

Desperta a atenção também as opções incomuns do Zé Barbeiro compositor, como a ascensão das baixarias de seu violão à condição de solista que dita a frase inicial da melodia da intrincada peça "Clarinetista Enchendo o Sax", assim como a audição de um violão seresteiro na melódica peça para violão solo "Minha Primeira Vez", evocando o lirismo sertanejo do mestre João Pernambuco nos dias atuais.



Chorão - assim são conhecidos os músicos do choro - de rara estirpe, Zé Barbeiro carrega em suas baixarias e bordões das notas graves de seu violão sete cordas uma autêntica escola de vida e um aprendizado de anos de convívio informal com músicos de diversos perfis.

No Salão do Barbeiro

Contemplado pelo edital do Rumos Música Itaú Cultural, Zé Barbeiro grava hoje em São Paulo, ao vivo, seu segundo disco solo, lançado em agosto de 2011, intitulado "No Salão do Barbeiro".

No palco, ele estará rodeado de Alexandre Ribeiro (clarinete), Rodrigo Y Castro (flauta), Fabrício Rossil (cavaquinho) e Léo Rodrigues (pandeiro), mesma trupe que já o havia acompanhado em "Segura a Bucha", primoroso álbum de estreia, viabilizado em 2009 pelo Projeto Pixinguinha, da Funarte.

Se o disco anterior já combinava diversos gêneros com um instrumental competente para as melodias venenosas e as harmonias malucas - no melhor sentido dos termos - de Zé Barbeiro, sendo capaz de levantar qualquer um das cadeiras, é de se imaginar o que vem neste próximo trabalho, já que o compositor e violonista promete algo "mais dançante".

"Serão músicas ligeiras, principalmente choro, mas também teremos gafieira, xote, baião, frevo, maxixe", disse Zé Barbeiro. Não à toa, inspirado na brincadeira do título do disco em referência também aos salões de gafieira, o show de domingo terá no palco a presença de casais de bailarinos.



Assim como em "Segura a Bucha", que trazia temas de Zé Barbeiro com nomes bem-humorados, como "Clarinetista Enchendo o Sax", "Chorâmbulo" e "Bafo de Bode" (esta última em parceria com o craque Alessandro Penezzi), os títulos de "No Salão do Barbeiro" mantêm a mesma pegada de brincadeira, como "Sessedentário", "Trinca Ferro" e "Koolongo".

Projeto “No Salão do Barbeiro”

Em sua apresentação no Projeto Itaú Rumos 2011, dia 27 de fevereiro de 2011 (Domingo), Zé Barbeiro lança o seu novo trabalho que sairá em áudio ao Vivo através do projeto “ No Salão do Barbeiro”, que consiste na gravação de um SMD e a disponibilização de faixas para donwload pela internet, através de um site exclusivo do projeto que terá lançamento nacional em agosto de 2011 com apoio do PROAC da Secretaria de Estado da Cultura.

Contexto e Conceitos do Projeto. O projeto “No Salão do Barbeiro” pretende mostrar as novas tendências do choro contemporâneo de São Paulo, reunindo jovens instrumentistas entorno de um repertório inédito de um veterano chorão da cena da música paulista.

Zé Barbeiro em sua obra concilia o tradicional e o moderno em uma linguagem alegre, desafiadora, propondo um modo particular de choro, com uma rítmica arrojada e inovadora que apontam novos horizontes para a renovação do gênero.

A ideia de reaproximar o choro da dança vem da vontade de promover um resgate as origens do choro, através de um novo diálogo com a o público que pratica dança de salão, com o propósito de abrir outros caminhos de circulação de shows para difundir a produção contemporânea do choro.

Hoje com 59 anos, Zé Barbeiro tem cerca de 160 composições, fala sério sobre a intenção de ainda gravar todas e brinca dizendo achar que a vida não lhe dará tempo de chegar às 300. Habitué das rodas do Ó do Borogodó, onde se apresenta às terças-feiras, e do Bar do Cidão, às sextas, ambos na Vila Madalena, na capital paulista, Zé Barbeiro tem em sua matriz musical o choro, mas passeia com naturalidade por uma infinidade de estilos.

"O choro e o samba vêm em primeiro lugar, mas eu gosto de bolero, tango, música japonesa e italiana. As pessoas até me perguntam se, com toda essa estrada, eu não penso em dar aulas. Até penso, mas nunca vou largar o bar e a noite, na diversão que é tocar com os amigos", diz.


(Alessandro Penezzi e Zé Barbeiro se apresentam no projeto Combio de Cordas executando a obra de Lupérce Miranda - "Quando me lembro")

Representante de uma linhagem de verdadeiros monstros do violão como Dino 7 Cordas (1918-2006), Raphael Rabello (1962-1995) e Luizinho 7 Cordas, Zé Barbeiro se aventurou no instrumento - a contragosto do pai - nos anos 1960, ainda na barbearia do patriarca.

Em meio à efervescência do iê-iê-iê, aprendia os primeiros acordes tocando "O Calhambeque", de Roberto e Erasmo Carlos. "Todo mundo que ia à barbearia tocava, era simples e eu comecei a imitar os acordes. A música é fraca demais. Como o cara conseguiu ganhar tanto dinheiro com aquilo?", diz o músico fazendo o turrão, reconhecido no meio musical apenas como uma faceta do generoso e simples Zé Barbeiro.

"Apesar daquela cara séria, de poucos amigos (tipo!), é um dos músicos mais agradáveis com quem já trabalhei. Cobrão nas harmonias e na execução de seu instrumento, tem um ouvido privilegiado, captando tudo, ‘de prima’. E além disso, é um grande contador de casos - talento cada vez mais raro entre virtuoses do violão", diz Nei Lopes.

O sambista é apenas um dos grandes com quem Zé Barbeiro teve o privilégio de dividir os palcos. Autodidata e intuitivo, estimulado por João Macacão, comprou seu primeiro sete cordas e começou a ganhar festivais com seus temas na década de 1970.

De lá pra cá, segue sendo praticamente um anônimo para o público, mesmo tendo tocado com Sílvio Caldas, Elizeth Cardoso, Altamiro Carrilho, Zeca Pagodinho, Nei Lopes, Noite Ilustrada, Dona Inah, Batatinha, entre outros. Nomes apenas comprobatórios de que Zé Barbeiro, há tempos, deve figurar no panteão dos que tratam a música com toda a fineza que ela merece.



Seja na noite ou em estúdio, Barbeiro já tocou ao lado de Armadinho Macedo, com o qual se apresenta no show de encerramento do Encontro de Choro, Altamiro Carrilho, Elizete Cardoso, Silvio Caldas, Armandinho, Inezita Barroso, Ângela Maria, Ataufo Alves Junior, Jamelão, Nei Lopes, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Carlos Poyares, Alessandro Penezzi, graduado pela Unicamp, entre outros.

Tradicional sete cordas do choro paulista, autodidata, Zé Barbeiro começou tocando guitarra na Jovem Guarda.

Em 1972 passou a dedicar-se ao samba e ao choro. Hoje, integra diversos grupos, entre os quais figuram o Grupo Nosso Choro e o Aleh Ferreira Regional.

Apresentou-se com a Banda Bananeira no Festival de Jazz de Vienne, França, em 1998.

Em 2002 participou da 15ª Feira Mundial do Livro em Guadalajara, México, ao lado do bandolinista Aleh Ferreira.

Gravou vários CDs: com o grupo Nosso Choro, com a pianista Rosária Gatti, com Paulo Vanzolini, com Luis Nassif, Dona Inah e outros.

Como compositor participou de diversos festivais, como o 1º Festival de Choro de Curitiba (abril/2004), onde obteve o segundo lugar.

Ganhou o prêmio de melhor instrumentista e melhor música instrumental no Fampop de Avaré (set/2004), e também se classificou no Festival Musicacanto de 2004, em Santa Rosa (RS).

Participou do Prêmio Visa 2004 acompanhando o bandolinista Danilo Brito, que ficou em primeiro lugar.

Em 2005 participou de turnê pela França e no Marrocos acompanhando a D. Inah, e do projeto Violões do Brasil ao lado de Alessandro Penezzi.

É herdeiro da tradição dos músicos babeiros do começo do século passado, também por isso figura como um dos melhores 7 cordas do Brasil.

Em 2008 ele recebeu o Prêmio Produção do Projeto Pixinguinha e em 2009 gravou o Segura a Bucha, seu primeiro CD., que no formato deste ano, contemplou os ganhadores com a gravação de um Cd e permitiu que este artista registrasse 14 de seus mais de cem choros.

Em maio de 2009 lançou em São Paulo, o Cd Segura a Bucha. A proposta foi produzir um diálogo entre o tradicional e o moderno, mantendo o lado tradicionalista do choro na instrumentação adotada, nos ritmos abordados e na forma da música.

O aspecto inovador está nas composições, com uma assinatura muito pessoal no desenvolvimento das melodias, com rítmicas inesperadas, harmonias pouco ortodoxas, explorando muitos acordes dissonantes e progressões não muito comuns no choro tradicional.

O Cd Segura a Bucha, marcou a trajetória do artista, mudando a perspectiva de sua carreira de intérprete para compositor. Acompanhado pelos músicos; Alexandre Ribeiro (clarinete), Rodrigo Y Castro (flauta), Fabrício Rosil (cavaquinho) e Leo Rodrigues (pandeiro), apresentará um repertório moderno de choros autorais ricos em balanço, contraponto e polifonia.

O violonista de 7 cordas e compositor do grupo Choro Rasgado, neste trabalho solo, mostra seu estilo “brincalhão”, propondo em cada composição um desafio de agilidade, sonoridade e ritmo.
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Zé Barbeiro
Representante tradicional do Choro, gênero de música instrumental mais antigo do Brasil, o violonista de 7 cordas Zé Barbeiro produz um diálogo entre o choro tradicional e o moderno, seu repertório é rico em balanço, contraponto e polifonia. Ganhou o Prêmio Pixinguinha e lançou o seu primeiro trabalho inédito e autoral solo o Cd “Segura a Bucha”.
Em 2010 ganhou dois prêmios, um da Secretaria de Cultura de São Paulo e outro do Itaú Cultural Projeto Rumos, que permitiram a gravação de seu segundo trabalho autoral inédito, o CD “No Salão do Barbeiro”, com uma proposta mais popular, focada no choro contemporâneo para dançar. O Cd teve gravação ao vivo no Itaú Cultural e foi lançado dia 03/12/2011, 21h na Choperia do Sesc Pompéia.
Zé Barbeiro se apresenta, semanalmente, há mais de dez anos as terças no bar ó do Borogodó, as sextas-feiras no bar do Cidão, ambos na Vila Madalena, e dá aula de prática de choro para grupos de instrumentistas. Os interessados em shows, oficinas e aulas entrar em contato karinapoli@uol.com.br ou 11-73547348.
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